quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Será que hoje vai ser daqueles dias negros denovo???

Tensão no mercado: bolsas japonesas sofrem a maior queda desde novembro
Por: Equipe InfoMoney
16/08/07 - 08h13
InfoMoney

SÃO PAULO - As bolsas de valores asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira (16). Em mais um dia de clima tenso nos mercados mundiais, as bolsas do Japão sofreram a maior queda dos últimos nove meses.

A crise no mercado imobiliário norte-americano ainda é o principal fator de preocupação e o grande motivador das perdas do setor financeiro. Analistas chegaram a afirmar que o movimento de vendas tem sido motivado por pânico dos investidores.

As exportadoras estão em estado de alerta. Com o iene atingindo a maior alta frente ao dólar desde março, as ações da Honda Motor, da Toyota Motor e da Samsung Eletronics caíram.

Ásia em queda
O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio encerrou o pregão em baixa de 1,99%, chegando a 16.148 pontos e, com isso, o acumulado no ano aponta para forte baixa de 6,25%, Já o índice Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, apresentou forte baixa de 3,29% e atingiu 20.672 pontos, enquanto o índice Shangai Composite da Bolsa de Xangai registrou baixa de 2,14%, encerrando a 4.765 pontos.


%Var Dia Pontos %Var 30D %Var Ano
Nikkei -1,99 16.148 -11,36 -6,25
Hang Seng -3,29 20.672 -10,34 +3,51
Shangai Composite -2,14 4.765 +22,31 +78,12

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Edson Hydalgo Jr. Analisa o fechamendo do pregão

Seguem 3 gráficos do Ibovespa (em anexo) sobre o movimento da Bolsa. Com o fechamento do pregão de hoje (figura 1, rompimento de 52.600 pontos) configura a realização da Bolsa.
Na figura 2 mostra até onde possívelmente poderá realizar (49.150 - primeiro objetivo da queda). Chegando lá teremos que analisar novamente.



E na figura 3 monstra o canal de baixa configurado.
Ainda é cedo para falarmos de reversão da tendência de alta, mas o mais prudente seria realizar aproximadamente 30% da carteira para quem está comprado em 100% do capital, passando a tubulência vai as compras novamente.





Edson Hydalgo Jr.
Equipe Trust Investimentos
www.trustinvestimentos.com.br
0800.722.1444

sábado, 11 de agosto de 2007

Marinheiros de Primeira Viagem

Se você possui uma certa quantia guardada há algum tempo aí debaixo do colchão ou então já aplica em renda fixa (RF), poupança e gostaria de ver seu $ crescer mais ainda, a hora é agora!
Como todos sabem, a "bovespa" virou modinha, todo mundo agora só pensa em aplicar na bolsa, todos pensam que a bolsa é um lugar seguro para se aplicar, será?
Assim como eu escrevi para alguns colegas de profissão neste tópico do JavaFree, eu acredito que sim, a bovespa é um lugar muito lucrativo se você for um investidor paciente, bem assessorado e acima de tudo, bem informado!
Muitas pessoas acreditam muito na análise gráfica e se apóiam nisso como base para os investimentos, eu particularmente gosto muito dessa técnica, porém, sou bastante conservador, e procuro muito me informar sobre o que anda acontecendo com a empresa antes de comprar determinado papel. Análise fundamentalista pra mim é 80% de certeza sobre o sucesso/fracasso do investimento.
A dica que vos dou é de ter muita paciência sobre seu investimento, se você aplicou com consciência, não tem o porque temer a volatilidade da Bovespa. Ela cai mas volta!
Há alguns dias atrás eu estava conversando com um amigo de Brasília que havia aplicado na PETR4, uma das Blue Chip brasileiras. Com a queda da Bovespa devido ao setor imobiliário americano, ele vendeu tudo na baixa, perdendo uma quantia considerável. Quando perguntei as razões da venda, a resposta foi:
- Pavor
Imediatamente eu percebi que ele não estava bem assessorado, seu corretor deveria ter pelo menos acalmado esse meu amigo, pois a economia brasileira não pode ser considerada nem de longe economia de 1º mundo, mas não estamos tão mal assim, não havia motivo para venda de um papel relativamente forte, e que no mínimo no médio prazo ela retomaria sua trajetória altista, já que a empresa está bem.
Basicamente é isso, tenham paciência e procurem não vender seus papéis na baixa ocasionada pelos indicadores externos da economia brasileira.

Para conhecimento:

Quais os tipos de ações presentes na Bovespa?

Ações Ordinárias (ON): que concedem o direito de voto nas assembléias da empresa;
Ações Preferenciais (PN): que oferecem preferência no recebimento de resultados ou no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia. Entretanto, as ações preferenciais não concedem o direito de voto, ou o restringem.

As ações também podem ser diferenciadas por classes: A, B, C ou alguma outra letra que apareça após o "ON" ou o "PN". As características de cada classe são estabelecidas pela empresa emissora da ação, em seu estatuto social. Essas diferenças variam de empresa para empresa, portanto, não é possível fazer uma definição geral das classes de ações.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Entendendo o subprime

Pressionado por problemas no segmento de crédito imobiliário de alto risco conhecido como subprime, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, já recuou quase 9% em menos de um mês.

Falar isso é fácil, mas entender esta crise não é tanto assim. Montei um esquema passo a passo para você entender a crise imobiliária e o porque dela afetar de forma tão drástica a economia brasileira.

1- A venda de casas nos EUA é uma das atividades mais importantes da economia do país. São bilhões de dólares movimentados nesse ramo.

2- O setor enfrenta uma crise. Só para vocês terem uma noção, em junho as vendas de imóveis novos caíram 6,6%, mais que o triplo do previsto. Além disso, subiu o número de compradores com prestações em atraso. Hipotecas estão sendo executadas.

3- Com medo, os bancos dificultam novos empréstimos. Isso faz cair mais ainda o número de compradores, o que agrava a crise.

4- Os preços dos imóveis estão caindo por causa disso. Analistas prevem mais baixas até o final de 2008.

5- O problema pode afetar o nível de emprego e o consumo, causando uma recessão geral na economia americana.

6- Como os EUA estão entre os maiores consumidores, todo o mundo é afetado. Países que exportam para lá, como o Brasil, são diretamente afetados.

7- Mas o pior efeito de todos é o efeito financeiro. Ações de construtoras foram compradas por grandes fundos de investimentos.

8- Se essas construtoras quebram ou suas ações perdem valor, os fundos perdem dinheiro, por isso eles vendem essas ações em massa, causando quedas expressivas na bolsa.

9- Queda na bolsa de lá = queda na bolsa daqui. E menos dinheiro no nosso bolso.

No entanto, as projeções anteriores permanecem positivas. Diversos analistas destacam que a bolsa continua atraente e estipulam preço-alvo de 67 mil pontos para o Ibovespa ao fim de 2007, projeção esta, feita pela Itaú Corretora.

Os argumentos da instituição baseiam-se em melhores dados macroeconômicos e no desconto frente a pares globais. Fundamentos que falam mais alto, deixando o prejuízo recente como mero ajuste casual.

Além disso, lembra o economista chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, a economia brasileira, apesar de alguns desafios a serem enfrentados, "deve ter bom ritmo de crescimento nos próximos trimestres, com foco no mercado interno. Ou seja, as perspectivas para as empresas do país são favoráveis".

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

VIVO: Reforçando a Liderança

"Reforçando a Liderança" esse foi o título do anúncio para o novo preço alvo estipulado pelos corretores da Planner Corretora.
Segundo a Planner, o novo preço alvo da VIVO (VIVO4) pode chegar em R$: 11,00 até o dia 31/12/2007, um Up-Side de até 31,7%.

ALL reverte prejuízo com lucro de R$ 51,8 milhões

Muitas empresas vem se mostrando sólidas e criando excelentes oportunidades para investimento a médio prazo. Um exemplo disso é a empresa de logística América Latina, que reverteu uma situação desfavorável apresentando um crescimento considerável.

A América Latina Logística (ALL) registrou lucro líquido consolidado de R$ 51,8 milhões no segundo trimestre deste ano, revertendo o prejuízo de R$ 2,4 milhões registrado em igual período de 2006. No acumulado do ano, o lucro consolidado da ALL, a maior empresa independente de serviços de logística da América Latina, foi de R$ 35,7 milhões, ante um prejuízo de R$ 90,5 milhões apurado entre janeiro e junho do ano passado.

As bases de comparação referentes a 2006, destaca a companhia, são números pro-forma, combinando ALL, Brasil Ferrovias e Novoeste Brasil, como se a aquisição de Brasil Ferrovias e Novoeste Brasil, ocorrida em maio de 2006, tivesse ocorrido em 1º de janeiro de 2006.

A receita líquida totalizou R$ 572,8 milhões no segundo trimestre, o que representa uma expansão de 2,4% em igual comparação. No semestre, a receita foi de R$ 1 bilhão, expansão de 1,1% sobre o período entre janeiro e junho de 2006. O Ebitda, por sua vez, cresceu 37,2% no trimestre, para R$ 262,7 milhões, e 46,9% no semestre, para R$ 410,5 milhões.

"Apesar de um difícil cenário esperado para a Argentina nos próximos trimestres, ou enquanto a crise energética na Argentina continuar, os fortes ganhos operacionais que alcançamos na Brasil Ferrovias e as oportunidades de mercado que temos no Brasil reforçam nossa confiança para alcançarmos nossas metas de volume para o ano de 2007", destacou o diretor presidente da ALL, Bernardo Hees.

Fonte: Invest News

Gerdau: lucro líquido de R$ 656 milhões no 2º tri/07

Acionistas da Gerdau, fiquem de olho!

A Gerdau registrou lucro líquido de R$ 656 milhões no 2o tri/07, abaixo do verificado em igual período de 2006, quando havia contabilizado lucro líquido de R$ 796,2 milhões, e em linha com o do 1o tri/07 (R$ 689,7 milhões).

Comercialmente as vendas físicas ficaram estáveis em relação ao 1o tri/07, em 4,1 milhões de toneladas. O destaque ocorreu nas operações no País, cujo volume de vendas, de 1.083 mil toneladas, foi 8,8% superior, por conta da maior demanda da construção civil, indústria automobilística e em outros segmentos consumidores de aços longos. As operações no exterior, que mostraram queda no volume comercializado de 1,3%, para 2.470 mil toneladas, foram impactadas negativamente pela antecipação das compras realizadas na América do Norte no 1o tri/07 e queda das vendas na Europa. Na América Latina, o volume foi 32,2% superior ao do 1o tri/07, atingindo 603 mil toneladas, diante da consolidação das operações no México (Tultitlán – 28.03.07), na República Dominicana (INCA – 25/05/07) e na Venezuela (Siderúrgica Zuliana – 18/06/07). As exportações a partir do Brasil mostraram redução de 8,2%, para 547 mil toneladas, de forma a atender a maior demanda no mercado interno. Desta forma, a receita líquida no 2o tri/07 apresentou incremento de 3,5% sobre a observada no 1o tri/07, para R$ 6,7 bilhões, favorecida pelo maior preço médio (+3,3%), face as maiores vendas no mercado interno.



Fonte: CorretoraGeral